[oli]NEWS — 25 de fevereiro de 2026
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Menos manchete. Mais contexto.
Por Olivia Carneiro, sua economista sensata · 25 fev 2026
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Análise do dia

A desigualdade global caiu pela metade. E a "bagunça" brasileira pode ser nossa vantagem.

Dois estudos que mudaram minha semana — e podem mudar a forma como você enxerga o Brasil.

Olivia Carneiro Olivia Carneiro · Análise Sensata

Bom dia! Hoje eu juntei duas histórias que, sozinhas, já seriam boas — mas juntas contam algo maior. 🔅

A The Economist publicou dados do World Data Lab que viram o senso comum de cabeça pra baixo: a desigualdade global de consumo caiu pela metade desde 2000. Nos anos 2000, pra cada R$ 1 que um pobre gastava, o rico gastava R$ 40. Hoje, essa razão é de R$ 18. Ainda é muita coisa — mas é muito menos do que era.

Gráfico: desigualdade global de consumo caiu pela metade desde 2000

E aí vem o segundo estudo, publicado na Econometrica (uma das revistas mais respeitadas da economia), mostrando que a informalidade brasileira — aquela que todo mundo trata como problema — pode ser justamente o que amplifica os ganhos do Brasil numa abertura comercial. Segundo o paper, uma abertura significativa elevaria a renda real do Brasil em 24%. Sem o mercado informal, o ganho seria de apenas 11%.

Por que isso importa pra você? Porque o debate público trata desigualdade como destino e informalidade como vergonha. Esses dois estudos mostram o contrário. No Boletim de hoje eu mergulho nos dados, explico o paper inteiro em português claro e conecto com o que isso significa num ano pré-eleitoral.
Essa análise tem 25 minutos no Boletim de hoje — e vale cada segundo →
Beijos,
Olivia 💛
sua economista sensata
Gráfico do Dia
Pra cada R$ 1 do pobre, quanto o rico gasta?
Razão de consumo entre os 10% mais ricos e os 50% mais pobres do mundo
Ano 2000
40x
2026
18x
Gasto médio: americano vs. indiano
Ano 2000
16x
2026
8x
O que isso conta: O mundo ainda é brutalmente desigual. Mas a distância está encolhendo — e quem está fechando o gap são os países pobres crescendo mais rápido, não os ricos ficando mais generosos.
Fonte: World Data Lab · 194 países · The Economist

Isso aqui é a amostra grátis. No Boletim Sensata, eu destrincho os dados, explico os papers e te dou contexto pra formar sua própria opinião — sem depender de manchete de jornal.

Neste domingo (1º/mar) abrimos vagas para a nova versão do Boletim. E encerramos no mesmo dia.

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Rapidinhas do Radar
1

🇧🇷 Governo sobe imposto de importação de +1.200 produtos

Alíquotas de bens de capital e informática sobem para até 20%, com meta de arrecadar R$ 14 bi extras. O timing é irônico: o Brasil sobe tarifas na mesma semana em que critica as de Trump.

2

🌧️ Juiz de Fora: 28 mortos após deslizamentos

Temporal na Zona da Mata mineira provocou deslizamentos em encostas com ocupação irregular. 44 desaparecidos. Previsão de mais chuva até sábado.

3

📱 Apps de transporte podem ficar mais caros com nova regulação

Se apps forem tratados como prestadores diretos (não intermediários), imposto incide sobre o valor total da corrida. Quem paga? Você.

Domingo abrimos as vagas para o novo
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